A febre de compras coletivas atinge todos os segmentos da sociedade, na verdade é um erro tratar o novo modelo de e-comerce como uma nova febre, pois febre é algo que logo passa ( Após os devidos cuidados, lógico )
Uma coisa que temos notado bastante é que os sites de compras coletivas estão se dividindo em duas vertentes: Os que lidam com ofertas variadas como no caso do Oferta Aberta e os chamados sites de nincho como no caso do Hotel Urbano.
Os sites de nincho acabam por se limitando no oferecimento de ofertas, em contrapartida os clientes que os acessam são justamente seu público alvo, sendo assim existe uma maior facilidade de converter a visita em vendas.
Bom, o que é certo é que este modelo está em constante reeivenção e se levarmos em conta que o sistema possuí apenas 2 anos no mundo e um pouco mais de 1 ano aqui no Brasil. Podemos concluir que ele ainda se encontra em desenvolvimento.
Blog Mesa Aberta
sexta-feira, 8 de julho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
Blog Mesa Aberta: Feira de pet shops tem até cerveja canina na Alema...
Blog Mesa Aberta: Feira de pet shops tem até cerveja canina na Alema...: "Uma feira de pet shops em Frankfurt, na Alemanha, apresenta produtos e acessórios para cães do mundo inteiro. Entre os produtos exibidos ..."
Feira de pet shops tem até cerveja canina na Alemanha
Uma feira de pet shops em Frankfurt, na Alemanha, apresenta produtos e acessórios para cães do mundo inteiro. Entre os produtos exibidos durante a "Maintier", que vai até domingo (19), há até mesmo uma cerveja desenvolvida para cachorros.
De acordo com o fabricante a "Schwanzwedler" é feita a partir de extrato de carne e é fabricada por uma companhia holandesa. A feira conta com 85 exibidores de diversos países.
De acordo com o fabricante a "Schwanzwedler" é feita a partir de extrato de carne e é fabricada por uma companhia holandesa. A feira conta com 85 exibidores de diversos países.
| Cão observa vitrine de estande de padaria que produz mais de 20 tipos de biscoitos caninos (Foto: Frank Rumpenhorst / AFP) |
| A cerveja canina é uma das atrações da feira canina de Frankfurt (Foto: Frank Rumpenhorst / AFP) |
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Sushi station – a máquina de fazer sushi
É provável que em algum momento você se depare com a sushi station, a máquina de fazer sushi.
De fato, como promete o fabricante, ela deve “fazer mais por menos”. Seu foco é totalmente financeiro, colocando em segundo plano a qualidade, a tradição e o “saborear” que sempre acompanha o consumo da culinária japonesa.
Veja o vídeo e forme sua própria opinião. Os tradicionalistas argumentarão, com razão, que é um acinte.
De fato, como promete o fabricante, ela deve “fazer mais por menos”. Seu foco é totalmente financeiro, colocando em segundo plano a qualidade, a tradição e o “saborear” que sempre acompanha o consumo da culinária japonesa.
Veja o vídeo e forme sua própria opinião. Os tradicionalistas argumentarão, com razão, que é um acinte.
Acarajé congelado ‘made in Bahia’ dá lucro a empresário
Em Salvador, mais de 4 mil baianas vendem acarajé nas ruas. O quitute, feito de feijão fradinho e frito no azeite de dendê, é produto tradicional do estado – mas um empreendedor está levando a outros estados, sem perder a origem baiana.
Ubiratan Sales foi gerente comercial de uma empresa de alimentos durante oito anos. Como viajava muito, ele recebia o tempo todo encomendas de amigos pedindo o acarajé. Mas era difícil armazená-lo para transportar.
“A partir daí eu tomei a decisão de desenvolver um produto que realmente pudesse chegar em qualquer lugar, em qualquer hora”, diz ele.
O empresário levou oito meses para testar e desenvolver o acarajé congelado. Um investimento de R$ 80 mil em equipamentos de cozinha, matéria prima e embalagem. Ubiratan buscou um produto que, mesmo congelado, tivesse o sabor e a crocância do acarajé fresco. O segredo está na temperatura do processo de produção.
A baixa temperatura é para interromper o processo de fermentação do feijão, o que dá qualidade ao produto final como sua crocância, sabor e cheiro. Para fazer o acarajé, o feijão moído é temperado e vira uma massa. Com duas colheres, a chefe de cozinha faz o bolinho e frita no azeite.
“O feijão tem que ser de qualidade e ele não afundar quando colocar no tacho”, diz chefe de cozinha Tânia Santos.
O acarajé é congelado em formas e embalado. Vai junto um saquinho de vatapá, um de camarão e outro de pimenta. A origem do produto é estampada na caixa, como uma marca reconhecida em todo o país. Para comer, é só pôr no forno por dez minutos e acrescentar os ingredientes.
A empresa produz 35 mil acarajés por mês, e vende para restaurantes, bares, hotéis e consumidor final, em 11 estados diferentes. O acarajé é enviado por avião, em caixas de isopor. A caixa com nove unidades custa R$ 15 e, com 35, sai por R$ 55. Novos pedidos do acarajé congelado surgem a cada dia e as vendas crescem 50 % ao ano. O empresário já faz contatos com grandes redes varejistas e está ampliando a fábrica para aumentar a produção.
As expectativas de Ubiratan são altas: vender 300 mil acarajés congelados por mês em dois anos. Para isso, ele conta com um marketing consagrado: para o empresário, o acarajé da Bahia é uma marca mundialmente famosa.
“Nós estamos enquadrando o nosso produto pra exportação porque o acarajé não só o baiano ou brasileiro gosta, nós temos muito turista que querem levar para fora e nós temos o mercado dos Estados Unidos, Alemanha, França, Portugal que seria nosso objetivo atender”, diz.
Ubiratan Sales foi gerente comercial de uma empresa de alimentos durante oito anos. Como viajava muito, ele recebia o tempo todo encomendas de amigos pedindo o acarajé. Mas era difícil armazená-lo para transportar.
“A partir daí eu tomei a decisão de desenvolver um produto que realmente pudesse chegar em qualquer lugar, em qualquer hora”, diz ele.
O empresário levou oito meses para testar e desenvolver o acarajé congelado. Um investimento de R$ 80 mil em equipamentos de cozinha, matéria prima e embalagem. Ubiratan buscou um produto que, mesmo congelado, tivesse o sabor e a crocância do acarajé fresco. O segredo está na temperatura do processo de produção.
A baixa temperatura é para interromper o processo de fermentação do feijão, o que dá qualidade ao produto final como sua crocância, sabor e cheiro. Para fazer o acarajé, o feijão moído é temperado e vira uma massa. Com duas colheres, a chefe de cozinha faz o bolinho e frita no azeite.
“O feijão tem que ser de qualidade e ele não afundar quando colocar no tacho”, diz chefe de cozinha Tânia Santos.
O acarajé é congelado em formas e embalado. Vai junto um saquinho de vatapá, um de camarão e outro de pimenta. A origem do produto é estampada na caixa, como uma marca reconhecida em todo o país. Para comer, é só pôr no forno por dez minutos e acrescentar os ingredientes.
A empresa produz 35 mil acarajés por mês, e vende para restaurantes, bares, hotéis e consumidor final, em 11 estados diferentes. O acarajé é enviado por avião, em caixas de isopor. A caixa com nove unidades custa R$ 15 e, com 35, sai por R$ 55. Novos pedidos do acarajé congelado surgem a cada dia e as vendas crescem 50 % ao ano. O empresário já faz contatos com grandes redes varejistas e está ampliando a fábrica para aumentar a produção.
As expectativas de Ubiratan são altas: vender 300 mil acarajés congelados por mês em dois anos. Para isso, ele conta com um marketing consagrado: para o empresário, o acarajé da Bahia é uma marca mundialmente famosa.
“Nós estamos enquadrando o nosso produto pra exportação porque o acarajé não só o baiano ou brasileiro gosta, nós temos muito turista que querem levar para fora e nós temos o mercado dos Estados Unidos, Alemanha, França, Portugal que seria nosso objetivo atender”, diz.
Michelangelo desenhou o pai de todos os menus
Uma lista de comidas e bebidas, acompanhadas de suas respectivas ilustrações, feita em papel com lápis carvão, intriga os estudiosos da gastronomia que visitam a Casa Buonarroti, misto de museu e monumento dedicado a Michelangelo Buonarroti (1475-1564), situada em Florença, na Itália. O escultor da Pietà, pintor dos afrescos da Capela Sistina e arquiteto da cúpula da basílica de São Pedro, todas essas obras em Roma, pode ter sido o autor do mais antigo menu existente. Não se sabe com que objetivo ele o fez, por que o ilustrou e em que ano isso aconteceu. Já se supôs tratar-se de um elenco de pratos levado por um ajudante analfabeto à taverna para buscar a comida do mestre. Hoje, acredita-se que Michelangelo o enviou à sua cozinheira iletrada, indicando os pratos e bebidas que desejava saborear no dia.
Desse modo, teria produzido o primeiro menu conhecido do mundo. Curiosamente, as enciclopédias de gastronomia o ignoram. A palavra menu é francesa. Compreende os pratos que vão ou podem ser servidos à mesa. Se pertencer a um restaurante, o preço deve aparecer junto ao nome dos pratos. Além disso, eles precisam estar na ordem de serviço. Muitos restaurantes populares, que recebem turistas estrangeiros, ainda incluem a foto do prato. É para facilitar a compreensão da clientela. Nesse sentido, imitam Michelangelo…
Brincadeiras à parte, as enciclopédias de gastronomia dizem que a estreia oficial do menu em papel ocorreu na segunda metade do século 18, em banquetes da corte de Luís XV (1710-74). Até então, imperava a surpresa. Os convidados só descobriam o que comeriam quando os pratos eram oferecidos a eles. O museu do Palácio de Versalhes, residência oficial do rei, conserva o cardápio elaborado pelo artista Brain de Sainte-Marie para um banquete oferecido a Luís XV em 1751. Entretanto, a primazia é contestada pelos alemães. Dizem haver lançado o menu em 1521, no banquete de abertura da Dieta de Worms. Mas não guardaram a prova.
O de Michelangelo mede 21 cm por 14,5 cm e separa os pratos em três grupos. Permite-nos, sobretudo, imaginar as preferências gastronômicas do artista. Pelo volume, ele teve companhia à mesa. Apesar das grafias dialetais, é quase todo compreensível. No desjejum, havia dois pães e arenque defumado, salgado ou conservado em azeite, talvez com cebola, alho e azeite. Para beber, un boccale (jarra de cerâmica) de vinho. Ao meio-dia, Michelangelo comeu salada, aparentemente à base de couve preta, azeitonas, ovo cozido e pedaços de queijo. A seguir, um pratinho de espinafre, anchovas e tortelli, a massa redonda ou em forma de meia-lua, provavelmente recheada com carne de javali. Depois, quatro pães e bruscino, um antigo queijo fresco e mole toscano à base de leite de ovelha e cabra. Já a última refeição reuniu seis pães, dois pratos de sopa de erva-doce, um arenque e outra jarra de bom vinho.
Apesar de receber gordas pensões e viver em ambiente requintado, Michelangelo se revelou uma pessoa de gosto simples. Aliás, era pessoa singela, porém de índole impulsiva. Na juventude, ridicularizou uma escultura do colega Pietro Torrigiano ou Torrigiani (1472-1528) e recebeu deste um soco que lhe desfigurou o nariz. "A pequena deformação lhe parecerá daí por diante um estigma (…), uma mutilação ainda mais dolorosa para quem, como ele, era um sofisticado esteta que considerava a beleza do corpo uma legítima encarnação divina na forma passageira do ser humano", diz o autor do fascículo 17, sobre ele, da Coleção Gênios da Pintura (Abril Cultural, 1967). Michelangelo expressou essa obsessão pela arte em todas as obras que nos legou, inclusive nos pequenos desenhos do seu menu.
Desse modo, teria produzido o primeiro menu conhecido do mundo. Curiosamente, as enciclopédias de gastronomia o ignoram. A palavra menu é francesa. Compreende os pratos que vão ou podem ser servidos à mesa. Se pertencer a um restaurante, o preço deve aparecer junto ao nome dos pratos. Além disso, eles precisam estar na ordem de serviço. Muitos restaurantes populares, que recebem turistas estrangeiros, ainda incluem a foto do prato. É para facilitar a compreensão da clientela. Nesse sentido, imitam Michelangelo…
Brincadeiras à parte, as enciclopédias de gastronomia dizem que a estreia oficial do menu em papel ocorreu na segunda metade do século 18, em banquetes da corte de Luís XV (1710-74). Até então, imperava a surpresa. Os convidados só descobriam o que comeriam quando os pratos eram oferecidos a eles. O museu do Palácio de Versalhes, residência oficial do rei, conserva o cardápio elaborado pelo artista Brain de Sainte-Marie para um banquete oferecido a Luís XV em 1751. Entretanto, a primazia é contestada pelos alemães. Dizem haver lançado o menu em 1521, no banquete de abertura da Dieta de Worms. Mas não guardaram a prova.
O de Michelangelo mede 21 cm por 14,5 cm e separa os pratos em três grupos. Permite-nos, sobretudo, imaginar as preferências gastronômicas do artista. Pelo volume, ele teve companhia à mesa. Apesar das grafias dialetais, é quase todo compreensível. No desjejum, havia dois pães e arenque defumado, salgado ou conservado em azeite, talvez com cebola, alho e azeite. Para beber, un boccale (jarra de cerâmica) de vinho. Ao meio-dia, Michelangelo comeu salada, aparentemente à base de couve preta, azeitonas, ovo cozido e pedaços de queijo. A seguir, um pratinho de espinafre, anchovas e tortelli, a massa redonda ou em forma de meia-lua, provavelmente recheada com carne de javali. Depois, quatro pães e bruscino, um antigo queijo fresco e mole toscano à base de leite de ovelha e cabra. Já a última refeição reuniu seis pães, dois pratos de sopa de erva-doce, um arenque e outra jarra de bom vinho.
Apesar de receber gordas pensões e viver em ambiente requintado, Michelangelo se revelou uma pessoa de gosto simples. Aliás, era pessoa singela, porém de índole impulsiva. Na juventude, ridicularizou uma escultura do colega Pietro Torrigiano ou Torrigiani (1472-1528) e recebeu deste um soco que lhe desfigurou o nariz. "A pequena deformação lhe parecerá daí por diante um estigma (…), uma mutilação ainda mais dolorosa para quem, como ele, era um sofisticado esteta que considerava a beleza do corpo uma legítima encarnação divina na forma passageira do ser humano", diz o autor do fascículo 17, sobre ele, da Coleção Gênios da Pintura (Abril Cultural, 1967). Michelangelo expressou essa obsessão pela arte em todas as obras que nos legou, inclusive nos pequenos desenhos do seu menu.
Menu tem só tofu: 200 pratos
Já imaginou um restaurante só de tofu? Ele funciona em Tóquio, chama-se Sasa-no-yuki, que significa "neve em pequenas folhas de bambu", uma referência à maciez do kinugoshi que fez a fama do local.
Há 11 gerações a família Okumura abastece com ele a cozinha da família imperial japonesa. Desde 1691. A loja funciona ao lado do restaurante.
O cardápio oferece mais de 200 pratos, todos com tofu. Construído em estilo japonês tradicional e ao mesmo tempo casual, o restaurante tem menu em inglês e os pratos custam em média 700 ienes, o equivalente a R$ 14.
Um mestre e dez cozinheiros trabalham na cozinha, entre o preparo dos pratos e o do tofu. Há receitas simples e outras complexas e sofisticadas, como o hiryuzu, um bolinho de tofu recheado com vegetais e ginkgo biloba. A casca do bolinho é feita com a água retirada da soja e coada. O bolinho é frito no óleo e passado em água fervente com bonito, shoyu e mirim, para retirar o excesso de gordura. Depois é coberto por um caldo de amido chinês. Vai à mesa com uma vagem de soja, nabo ralado e gengibre por cima.
Entre os pratos mais famosos criados pelo restaurante está o ankake-tofu, tão antigo quando o estabelecimento. O tofu é mergulhado num molho de soja com toque adocicado. Por cima, uma pitada de mostarda. Um dos mais tradicionais da casa, custa o equivalente a R$ 6. Lugar imperdível em Tóquio.
Há 11 gerações a família Okumura abastece com ele a cozinha da família imperial japonesa. Desde 1691. A loja funciona ao lado do restaurante.
O cardápio oferece mais de 200 pratos, todos com tofu. Construído em estilo japonês tradicional e ao mesmo tempo casual, o restaurante tem menu em inglês e os pratos custam em média 700 ienes, o equivalente a R$ 14.
Um mestre e dez cozinheiros trabalham na cozinha, entre o preparo dos pratos e o do tofu. Há receitas simples e outras complexas e sofisticadas, como o hiryuzu, um bolinho de tofu recheado com vegetais e ginkgo biloba. A casca do bolinho é feita com a água retirada da soja e coada. O bolinho é frito no óleo e passado em água fervente com bonito, shoyu e mirim, para retirar o excesso de gordura. Depois é coberto por um caldo de amido chinês. Vai à mesa com uma vagem de soja, nabo ralado e gengibre por cima.
Entre os pratos mais famosos criados pelo restaurante está o ankake-tofu, tão antigo quando o estabelecimento. O tofu é mergulhado num molho de soja com toque adocicado. Por cima, uma pitada de mostarda. Um dos mais tradicionais da casa, custa o equivalente a R$ 6. Lugar imperdível em Tóquio.
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